sábado, 24 de março de 2012

Por que cuidar em casa?

Beijo do Brownie - um dos gatinhos de que cuido

Gatos são criaturas muito sensíveis e delicadas.

Também são bastante territorialistas, além de ciumentos com seus donos e seus irmãos felinos.

Já presenciei situações em que gatos, obviamente assustados, estavam hospedados em hotelzinho. Pupilas dilatadas, encolhidos em um dos quatro cantos de uma gaiola apertada, com caixinha de areia próxima a comedouro e bebedouro. 

Já ouvi muita gente também comentando sobre experiências de amigos que receberam seus felinos no período de viagem. Comentaram sobre brigas, machucados, estresse e até internação! 

Enfim, no que diz respeito a felinos domésticos, deixá-los em seu próprio ambiente, com o mínimo de alteração possível, é o ideal. A unanimidade entre os médicos veterinários é notória. 

No meu trabalho, vou até a casa do felino cuidar dele (ou deles!), e nunca tive feedback com notícias negativas. Muito pelo contrário: os papais ficam supersatisfeitos; e os felinos, tranquilos. A recontratação do Cat Sitting é frequente. :-D

Rachel Autran
Cat Sitter - DF

Um comentário:

  1. Rachel, gostei muito da ideia, e acredito que um dia vou precisar dos seus serviços sim...
    Já deixei meu gato Smeagol (que hoje não está mais entre nós) em um hotelzinho, que acredito terem-no dopado por lá, pois voltou muito diferente, transtornado e magro. Não sei se isso é uma prática, mas tenho minhas dúvidas.
    Por também não acreditar nos serviços dos tais hotéizinhos, na última viagem que fiz em janeiro/2012 e fiquei por 11 dias longe de casa, deixei outro gato, o Elvis, em casa mesmo, aos cuidados dos tios que moram no mesmo lote.
    Só que o Elvis era muito rueiro, saía todos os dias para passear na rua, subia árvores, telhados, atravessava as pistas... E numa dessas ele saiu de casa, como de costume e não voltou.
    Seu tio (meu cunhado) o encontrou em cima de uma faixa de pedestres atropelado, já morto. Não deu para fazer nada.
    As câmeras de uma academia próxima filmaram uma ambulância da AMIL no exato momento do incidente. E eu quase morri junto.
    Hoje tenho a Amy, uma mestiça de 3 meses, que ganhei no dia em que voltei de viagem e ainda tentava "organizar" as coisas do Elvis em casa.
    Bichinho nenhum preenche lugar de outro, mas ter a Amy afagou meu coração. Hoje ela é nosso bebezinho, super delicada e amorosa.
    Parabéns pela criatividade e pela iniciativa! Deus te abençoe por cuidar dos nossos bebêzinhos bichanos.
    Abraços.

    ResponderExcluir